Dieta Cetogênica e Mediterrânea ajuda Contra Alzheimer



Dieta que mistura a Cetogênica e Mediterrânea promete reduzir o risco de Alzheimer.

Diminuir consideravelmente os carboidratos dos alimentos digeridos durante a dieta é uma das medidas mais adotadas para adquirir um corpo saudável, dentre as mais variadas dietas disponíveis, a dieta cetôgenica tem conquistado cada vez mais adeptos. Com início em meados de 1920, a principio a dieta era usada no combate à epilepsia, e logo após se tornou conhecido por auxiliar na perda de peso e foi sendo conhecida e aprimorada ao longo do tempo.

O foco principal desta dieta é diminuir trasticamente o consumo de carboidratos e aumentar de forma exponencial a demanda de gorduras e consumo de proteínas. Todas estas particularidades principais da dieta são focadas na perda de peso. Os carboidratos são responsáveis pela energia do nosso corpo, quando seu consumo é diminuído, o organismo se vê obrigado a buscar outra fonte de energia, como a reserva de gordura, e uma vez que ela é queimada, o individuo obtêm a perda de peso. Este modelo de dieta geralmente é constituída de aproximadamente 12% de carboidratos e 55% de gorduras e o restante de proteínas. Sendo que são considerados como carboidratos simples, aqueles cujo organismo consegue facilmente absorver, já carboidratos mais complexos como arroz tradicional, pães, massas e açúcar são extremamente proibidos para o sucesso desta dieta. Quanto às proteínas e gorduras, não há muitas exigências, ou seja, carnes vermelhas e produtos embutidos estão liberados.



Dieta cetogênica – Proteínas e gorduras permitidas

  • Aves (sem pele, preferência partes magras),
  • Carnes bovinas,
  • Carnes suínas,
  • Presunto e peito de peru,
  • Oleaginosas,
  • Manteiga
  • Alface
  • Verduras como brócolis e couve
  • Queijos e requeijão.

Já a dieta mediterrânea, como o próprio nome sugere é baseada em países que compõe a região, como Espanha, Líbia, Marrocos, Turquia, entre outros que são regidos pelo mar mediterrâneo. Apesar de serem países que são bem diferentes em vários aspectos, eles possuem muitas informações em comum, como temperatura, características do solo, clima, tornando assim muito comum os produtos agrícolas que são produzidos e como consequência uma cultura alimentar muito singular. Seu cardápio é bastante focado no consumo de verduras, legumes e frutas, além de amêndoas, grão de bico, e possuem alto consumo de peixes, vinho, azeite de oliva e derivados do leite, e reduz o consumo de carnes vermelhas, gorduras em geral e alimentos processados e industrializados.

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Dieta mediterrânea – Principais alimentos e benefícios

Cereais – Sendo fonte de carboidratos simples eles são responsáveis por oferecer energia para nosso corpo com fácil absorção, além de aumentar as taxas de zinco e magnésio, são excelentes fontes de vitaminas e fibras.



Legumes – Eles são primordiais para quem deseja obter uma alimentação saudável, fornecendo proteínas vegetais, eles auxiliam no combate ao câncer no intestino, pois seu consumo frequente previne o mal funcionamento do intestino. Os legumes também retardam o aparecimento de problemas no coração.

Peixes – O ômega 3 presente nos peixes oferece ao organismo inúmeros benefícios, tais como redução das doenças do coração, estabiliza a pressão das artérias, possui ação anti inflamatória, além de regularizar as taxas de colesterol e triglicérides.

Lacticínios – Previne a osteoporose devido o consumo de cálcio.

A combinação destas duas dietas tem sido bastante utilizada na prevenção do Alzheimer, uma vez que o consumo de alguns itens destas duas dietas são aliados poderosos na prevenção de doenças relacionadas a demência, como o Alzheimer. Esta doença que induz ao indivíduo a perda de memória, afetam diretamente ao raciocínio e o juízo trazem um grande dano cerebral ao paciente. Alguns alimentos exercem influencia positiva direta nestes aspectos.

Alguns estudos apresentaram que pessoas que fizeram consumo de peixes pelo menos uma vez durante a semana, tiveram um comportamento das células do cérebro, responsáveis pela memoria, mais satisfatório do que aqueles que não faziam consumo do alimento. O mesmo foi constatado no consumo de oleaginosas como amêndoas, nozes e castanhas, sendo muito importante no bom funcionamento dos neurônios, com uma propriedade de mineral muito utilizada pelo sistema neurotransmissor.

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Outros alimentos como as frutas vermelhas e o azeite de oliva, mostram que seu consumo estimulava a memoria em longo prazo e combatiam a doenças degenerativas como o Alzheimer. O azeite em particular, apresenta uma vitamina oxidante, fundamental na reconstrução das fibras presente no sistema nervoso.

Adriana Silva Souza

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