Dieta Jejum Intermitente – O Que é, Como Fazer, O Que Comer



Confira aqui mais detalhes sobre a Dieta do Jejum Intermitente.

A dieta do Jejum Intermitente vem sendo estudada a anos. O método está sendo testado em animais, os quais apresentaram um quadro de benefícios, quando se trata de doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, doenças degenerativas e câncer. Os testes foram realizados durante o período de 2 a 5 dias e em humanos os efeitos foram considerados similares.

O plano alimentar é dividido em duas opções, dias alternados e alimentação restrita por tempo. O mais comum é o de dias alternados, que conta com refeição todos os dias, porém nos dias em que se faz o jejum, o recomendado é ingerir no máximo 500 calorias.



A atriz Deborah Secco revelou que realizou o jejum e chegou a comer de 23 em 23 horas. Ela relatou, para a revista “Glamour” em maio do ano de 2017, que quando sentia fome, ingeria seis bifes com queijo, quatro ovos e bacon.

Na outra, chamada, subclasse do jejum intermitente as calorias não são restritas, mas as janelas de horas sem se alimentar, variam entre 8,10 ou 16 horas. Usado como exemplo o formato de 16h em jejum, a pessoa realiza uma janta as 21h e utiliza de oito horas de sono e vai se alimentar somente as treze horas do dia seguinte. Amenizando, portanto, o grau de dificuldade do plano.



Como exemplo podemos ter, quando se trata da opção de alimentação restrita por tempo, a opção de duas refeições ao dia, onde pula-se uma refeição, seja ela, café da manhã ou jantar. Estendendo o jejum por dezesseis horas, facilitando o encaixe a rotina, pois acaba usando as horas de sono para realizar o jejum. A opção da chamada ‘Dieta do Guerreiro”, esse nome por ser baseada na história dos guerreiros ancestrais, traz uma refeição ao dia, durante o período da tarde. Essa qual prioriza alimentos integrais.

Leia também:  Dieta do Ovo - O Que é, Como Fazer

A "How to Lose Weight Well", traduzindo para o português “Como Perder Peso de Forma Saudável”, é um método criado por um médico britânico que obteve sucesso na prática desse plano, eliminando mais de quarenta quilos. Ela recomenda ingerir, por dia, apenas uma refeição com 800 calorias, podendo chegar a duas refeições no total de 1200 calorias ou três refeições totalizando 1500 calorias.

Outra opção é o “Equilíbrio Metabólico”, que foi desenvolvido por um médico alemão, que promete melhorias na qualidade do sono, no processo de digestão e aos níveis de energia fazendo um jejum de 5h no período de três meses. E o famoso “16:8” mais conhecido como o jejum de 8h, composto por 16h de jejum tendo 8h para se alimentar.

Já quando falamos do plano de dias alternados temos três opções, a primeira é a “Dieta 1:1” que se baseia em se alimentar dia sim e dia não. A segunda opção é a “Dieta 5:2”, considerado o modelo mais conhecido onde a pessoa se alimenta normalmente por 5 dias e nos outros dois come apenas 500 calorias. Por ultimo trazemos a opção “Dieta 6:1” que traz um dia completo de jejum e o restante da semana as refeições são liberadas.

Lembrando que a ingestão de líquidos (água, chá, café) é permitida nas duas subclasses do programa. Porém sem adição de refinados como o açúcar.

Como toda dieta, mesmo nas grandes refeições liberadas, o indivíduo deve estabelecer uma alimentação equilibrada, agregada de alimentos chamados reguladores que são as frutas, legumes e verduras; os construtores que são as proteínas magras, os energéticos que são os chamados “bons” carboidratos ricos em fibras e as boas gorduras que são encontradas em peixes e oleaginosas.

Leia também:  Dieta para Diminuir o Colesterol Alto

Vale observar que para pessoas que sofrem com algum tipo de diabetes, grávidas ou que está amamentando, o jejum intermitente não é indicado. Podem haver quadros de hipoglicemia que nada mais é a queda brusca de açúcar no sangue, podendo trazer sérios problemas a saúde. Outro grupo que merece atenção são jovens menores de 18 anos, idosos, quem está sob efeito de algum tipo de medicação, pessoas com baixo índice de massa corporal e indivíduos com problemas psicológicos envolvendo alimentos. Esse últimos, correndo o risco de potencializar distúrbios alimentares.

Karin Cristina Cubas

Outros Conteúdos Interessantes

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *